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Sexta-feira, Junho 29, 2007
CONGRESSO DO PAÍS DAS MARAVILHAS
Congresso brasileiro é o que mais pesa no bolso da população, em comparação com Parlamentos de onze países
O Congresso brasileiro é o mais caro por habitante, segundo levantamento da Transparência Brasil sobre os Orçamentos do Legislativo federal em 11 outros países. Apenas o Congresso dos Estados Unidos é mais caro que o brasileiro, mas ainda assim pesa menos no bolso de cada cidadão do país.
A pesquisa da Transparência Brasil comparou o orçamento do Congresso brasileiro com os da Alemanha, Argentina, Canadá, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, México e Portugal.
Em 2007, o Brasil destinou para a manutenção do mandato de cada um de seus 594 parlamentares federais quase quatro vezes a média do gasto dos parlamentos europeus e do canadense. Pelos padrões europeus de gasto parlamentar, o orçamento do Congresso brasileiro - equivalente a R$ 11.545,04 por minuto - poderia manter o mandato de 2.556 integrantes.
Se for levado em conta o custo absoluto do Congresso brasileiro por habitante (R$ 32,49), ele seria o terceiro mais caro do mundo, atrás do italiano (R$ 64,46) e do francês (R$ 34,00). O Brasil fica mais caro, porém, se for calculado o peso desse custo no bolso de cada habitante por duas medidas importantes para comparar economias nacionais - o salário mínimo e o PIB per capita. No Brasil, gasta-se dez vezes, em relação ao salário mínimo, o que se gasta na Alemanha ou no Reino Unido. Comparado ao PIB per capita, o gasto nacional é mais de oito vezes maior que o espanhol.
O mandato de cada parlamentar brasileiro custa hoje 2.068 salários mínimos - mais que o dobro do que ocorre no México, segundo colocado entre os países pesquisados, e 37 vezes o gasto proporcional ao salário mínimo registrado na Espanha.
Embora não tenham sido levantados neste estudo os custos diretos do mandato - salário, benefícios, assessores e verbas indenizatórias -, é possível comparar os gastos verificados na Câmara dos Deputados (R$ 101 mil mensais) aos da Câmara dos Comuns britânica (R$ 600 mil por ano). Cada parlamentar brasileiro consome mais do que o dobro de um parlamentar de um país em que a renda per capita e o custo de vida são muito superiores aos do Brasil.
Mesmo se não houvesse Senado - a Casa mais cara do mundo por membro, segundo o levantamento -, o Brasil ainda teria um dos Legislativos mais caros existentes. O Orçamento de um Congresso unicameral seria menor que o do Parlamento italiano, o terceiro da lista.
O levantamento reforça a percepção de que os integrantes das Casas legislativas brasileiras perderam a noção de proporção entre o que fazem e o país em que vivem.
A íntegra do levantamento pode ser encontrada aqui.
Fonte: Transparência Brasil - Banner ali ao lado.
Posted
12:05 PM
by Alex Zimmer
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Sábado, Junho 16, 2007
SOMOS LIVRES. SOMOS QUEM QUEREMOS SER.
Algumas pessoas sentem e nem sabem o que sentem. Os dias passam e os sentimentos ficam efêmeros, perdidos entre emoções disfarçadas, que forjam ilusões poderosas; prisões invisíveis em cujos cláustros estão corações e desejos ignorados, relegados a um segundo plano e que acabaram esquecidos e transformados em frustrantes imagens fugídeas em sonhos turbulentos e tristes, dos quais acordam suadas e chorando.
O quanto deixamos de ser nós mesmos para sermos o que os outros esperam que sejamos?
Quantas vezes transferimos para o outro a supremacia de nós mesmos sobre quem somos?
Quantas vezes omitimos, sufocamos dentro de nós nossos desejos e opiniões, para não desagradar o outro?
No final das contas acabamos doentes, insatisfeitos, tristes... Vivemos por encomenda.
Nossa vida é apenas nossa e de mais ninguém. Somos nós quem estamos em nossos próprios corpos, vivenciando esta experiência chamada vida e nenhuma outra pessoa pode nos dizer de que forma devemos viver nossa vida. É através de nossas escolhas que crescemos, que nos tornamos seres humanos melhores, mesmo que escolhamos errado. Afinal de contas, o que é o errado, senão uma possibilidade diferente de aprendermos algo? As pessoas aos poucos estão começando a acordar para isso e perceberem que algo precisa ser mudado. O valor que cada um tem para si mesmo, assim como sua própria vida não deve de forma alguma ficar a mercé do que acha o outro, que deve cuidar de sua própria vida e de suas próprias escolhas.
Ninguém é de ninguém. Somos seres experienciando a vida e compartilhando momentos e a companhia dos que nos são agradáveis e cujos sentimentos também compartilhamos. Não há a menor dívida entre este tipo de relação. As pessoas fazem escolhas e este é o caminho, muito embora signifique seguir só. Mas, enfim, quando estamos realmente sós? Quando deixamos de estar interligados de alguma forma? No fundo - e isso está cada vez mais perto da superfície - estamos todos unidos numa grande rede universal, uma rede de seres em experiência, trocando informações, compartilhando de tudo. Somos todos um.
Infelizmente, ainda existem pessoas que ainda não acordaram para isso, muito embora algumas já estejam acordando através de pequenos lampejos conscienciais. Às pessoas que ainda não compreenderam esta nova configuração - aperfeiçoada - humana, não podemos fazer muito, a não ser esperar que elas se interessem em observar mais a si mesmas, a questionar os dogmas que às tem direcionado e aprisionado durante séculos. Não devemos sofrer pelas pessoas que ainda não entenderam. Sofrer por que? Não há nada que não seja um caminho, cuja escolha é nossa e que, no final das contas, acabará na compreensão, na conscientização, no crescimento. No final, estaremos todos juntos novamente, sem nunca termos estado realmente separados.
Precisamos desligar o chip do apego. Ele nos aprisiona, no castra, nos impossibilita de escolhermos e, consequentemente, crescermos. Precisamos aprender a Amar de fato; Amar sem aprisionar, abrindo espaço para o ir e vir, sendo essa a escolha da pessoa ou não. Falo isso em todos os campos de nossa vida, seja na família, seja nos relacionamentos, seja no meio profissional. Somos livres! Saibamos disso ou não. E é essa liberdade que nos faz progredir, nos leva em direção do auto-conhecimento e da própria valorização da vida em todos os níveis de existência.
Amemos, compartilhemos, alegremo-nos, choremos... Mas sejamos livres e demos liberdade de escolha para os outros e, especialmente, para nós mesmos. Afinal, somos o capitão de nossas próprias naves interestelares.
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12:05 PM
by Alex Zimmer
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Sexta-feira, Junho 08, 2007
Posted
11:05 AM
by Alex Zimmer
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Sexta-feira, Junho 01, 2007
TEATRO SAI DE CENA... E AÍ?
Tenho andado meio cansado de Teatro.
Eu sei que algumas pessoas do meio ficarão horrorizadas com esta afirmação minha, mas é a verdade. São 16 anos initerruptos, muitas vezes estando em cartaz com duas peças e ensaiando uma 3a. Digamos que este ano as coisas não estão mto legais no teatro; não estão dado muito certo, então é mais um motivo a me incentivar em da um tempo.
É a velha estória: antes de ser ator, sou artista e preciso variar. Vou tocar minha banda e continuar trabalhando como ator em comerciais, tv e cinema. Só volto a fazer teatro quando valer a pena.
Tá certo que ainda estou com um peça em cartaz, mas ando muito desanimado. Vou cumprir com o compromisso que assumi até as apresentações em BH e depois vou sair. To desanimado e realmente cansado do Teatro no Brasil. Talvez, quando a cultura no Brasil vir a ser realmente importante, valorizando quem faz Teatro, valha a pena voltar.
Vamos em frente...
Posted
2:59 PM
by Alex Zimmer
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Alex Zimmer
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o que pensamos.
Tudo o que somos surge
com nossos pensamentos.
Com nossos pensamentos,
fazemos o nosso mundo.”
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