Domingo, Setembro 23, 2007


LEILÃO DA AMAZÔNIA
Acompanhe os lances


"O Serviço Florestal Brasileiro, criado pela Lei de Gestão Florestal, camufla a privatização e governo mútuo da Floresta Amazônica. Na prática, aceita a intervenção internacional e transforma a Amazônia brasileira numa área mundial, governada por vários países do mundo através das Nações Unidas, fachada para o USAID, agência norte-americana para o 'desenvolvimento'."

Fonte: http://www.fazendomedia.com/laerte.htm

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Sexta-feira, Setembro 21, 2007


CARTAS CIGANAS - PARTE 7

A dois dias a poeira da estrada vinha se acumulando sobre a lataria e parabrisa do carro. A dois dias a estrada era uma sucessão de paisagens. Tudo estava tranquilo... Tranquilo até demais. Atravessavam as estradas ruins do interior baiano e o sertão era um transporte ao passado, uma volta no tempo, um retrocesso a um Brasil que supostamente não deveria existir mais. Um Brasil ainda miserável; sentimento agravado ainda pelas características da caatinga, de secura extrema, espinheiros... De qualquer forma, havia uma semelhança qualquer com os desertos tão familiares a Zaat. Bem ou mal, sentia-se em casa. Se não fosse essa quase angústia de chegar até a pedra logo, poderia-se dizer que estava imerso em serenidade.

O sol trilhava o zênite lentamente. Ela dormia no banco de trás, ele não sabia como, com o sacolejar provocado pela estrada ruim. A verdade é que acaba-se adaptando às dificuldades durante uma viagem longa e a necessidade de descanso sempre fala mais alto.

Um grupo de pessoas caminhava lentamente e olhou para a o carro que passava barulhento pela estrada sempre silenciosa e praticamente abandonada. A novidade sempre chama atenção. Mas não se deteve e continuou seu caminho, sabe lá Deus pra onde. Dizem que quando no inferno, não adianta mudar de lugar, porque você nunca deixa de estar no inferno. Mas a mente é cheia de subterfúgios para ganhar mais tempo, para manter uma certa esperança, então usa destes gatilhos para nos manter de pé, seguindo sempre em alguma direção, buscando por algo que muitas vezes nem sabemos o que é. Zaat sabia.

Logo estariam entrando no Pará. A paisagem começava a mudar lentamente. A noite se aproximava mais uma vez, enquanto o sol fazia sua despedida, incendiando o céu, como a revelia de ter que se retirar, tingindo de quase vermelho o horizonte, a medida que alguns pássaros atiravam-se ao vôo longínguo, como anjos caídos a debaterem-se às portas de um inferno imaginário.

De repente, um baque surdo no teto do carro, como se algo acabasse de cair sobre o eles. Zaat olha de sobressalto para o teto, como se pudesse atravessá-lo com sua visão, a medida que vai parando o carro. Coloca a mão sobre o banco e puxa uma caixinha, onde estão diversos objetos claramente ritualísticos. Pega um pentáculo de metal, com triângulos, símbolos e letras hebraicas e abre a porta para sair do carro, quando uma mão alva e quase feminina o puxa para fora, arremessando-o de encontro a um barranco a três metros de distãncia. O pentáculo lhe escapa das mão, rolando pela terra, mas rapidamente ele o pega, interpondo-o entre ele e o que quer que fosse que o havia jogado para a fora do carro. Um sorriso irônico e ao mesmo tempo de uma criança que acaba de se divertir pregando uma peça, está no rosto de um ser inusitado, que desce do teto do carro de um salto, pousando quase suavemente sobre o solo.

- Zequi-El... Você não tem o que fazer?

- Zaat... Eu ESTOU fazendo alguma coisa. Pensei sinceramente que não voltaria a vê-lo. Talvez porque deverias estar compartilhando a mesa com Lúcifer, depois de tão lamentável perfomance.

- Lúcifer tem mais o que fazer. E eu fui realmente estúpido, orgulhoso... Deu no que deu. Mas agora também tenho mais o que fazer. - Levantou-se, bateu a poeira, preparando-se para entrar no carro de novo.

- Estou vendo. Estou acompanhando-o desde que suas lembranças voltaram. Foi como se uma luz brilhasse num canto escuro de Malkut. E acredito que não só eu a vislumbrei. Logo você terá companhia, suponho. E eu estou aqui para dar uma "mãozinha" pra você, em nome dos velhos tempos.

- É, estou ciente de que as coisas andam muito quietas. Quietas até demais. Mas você sabe que não gosto dos métodos de vocês, sobretudo os teus. Talvez o fato de não terem alma os torne desnecessariamente sanguinários e impiedosos. Este tipo de atitude muitas vezes nos privam de perceber coisas essenciais, que só alguém com alma estaria capacitado. E te conheço bem o bastante para saber que tudo tem um preço.

- Nossa natureza, Zaat! Somos objetivos. E eu sou ainda mais. Faz tempo que tenho que seguir minhas próprias decisões, muito embora continue dentro do "plano mestre". Agora, preço... Bem, não falemos nisso, afinal, tudo tem sua hora e também te conheço o bastante para saber que voc~e é sempre um miserável, quando o assunto é barganha.

- Pra mim você deveria estar junto a Lúcifer, mas acredito que ele não te suportaria. Eu quase não te suporto. Mas enfim, tenho que seguir viagem e você está me atrasando.

- Tudo bem. Você sabe como sempre gostei de grandes entradas. É algo natural de nós, seres celestes. Mas fique sabendo que estarei te observando e, quer queira quer não, vou ajudá-lo.

- Você quem sabe, Zequi-El. Mas depois não me venha com pieguices e cobranças, senão te mando pro lugar onde você deveria estar já a muito tempo.

Num sorriso irônico, Zequi-El abriu suas asas e num farfalhar enérgico levantou vôo. A medida que subia, foi tornando-se etéreo, até desaparecer por completo. Zaat guardou o pentáculo dentro do bolso da camisa, entrou no carro, ligou o motor e seguiu viagem.

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Segunda-feira, Setembro 17, 2007


CARTAS CIGANAS - PARTE 6

Sua intuição berrava novamente, num ensurdecedor silêncio, que ele conhecia bem. Isso o fazia sentir mais vivo do que de costume e dava uma sensação de amplitude dos sentidos. Era algo bom, mas ao mesmo tempo estranho. Nunca deixou de achar estranho, mesmo depois de tanto tempo. A imagem da velha cidade soterrada em meio à lama e vegetação expessa bailava em sua mente, a cada vez que ele fechava os olhos. Era como se a própria pedra o estivesse chamando. Fechava os olhos e sua mente percorria a floresta e entrava por um muro em ruínas, quase imperceptível. Circulava por entre os troncos seculares, que desmoronaram os que seriam antigos muros e paredes, caminhava por uma viela escuro pela vegetação fechada da floresta, cujo destino era um templo dourado, quase completamente escondido pelas folhagens e lama acumulada através das eras. Sabia que era lá onde a Ônix Negra estava. Ainda não compreendia esse chamado, nem como poderia haver alguma ligação mágicka entre eles. Nunca tomara conhecimento de que qualquer outro possuidor tivesse fechado um vínculo deste tipo.

Abriu os olhos e lá estava ela, sentada nas almofadas de sua sala. Cinco dias já haviam passado, desde a noite em que retomara suas lembranças. Embora tão pouco tempo, quase tudo já havia sido arranjado para a viagem. Não podia esperar muito, primeiro porque todo o tempo que pudesse ganhar de vantagem era muito bem vindo; os adversários não abririam mão de qualquer vantagem, ao saberem que ele estava de volta; e também porque sua mente o estava infernizando com a constante visão e a atração, que o chamava constantemente, não lhe dando trégua nem enquanto dormia, onde era abordado em sonhos pela mesma visão, entrecortada de episódios em meio a antiga cidade, só que em seus tempos áureos, quando seu povo ainda vivia ali. Diferente de selvagens, eram uma sociedade complexa e tecnológica. Havia inclusive comércio com outras cidades fora do território e até além mar. O templo... A imagem do templo imponente dominava suas visões e nelas sentia como se suas paredes, sua estrutura o atraísse magneticamente, quase arrastando seu corpo em direção à sua entrada.

- Está quase tudo pronto. Não podemos chamar atenção, então teremos mesmo que seguir por terra. Qualquer aparição em lugares de muito público seria como colocar um comercial na TV, anunciando-me. Iremos até Belo Horizonte, depois seguiremos por parte da Bahia... O mapa está todo traçado. Calculei também qualquer possibilidade de contratempos, então acredito que estamos bem preparados. Como se sente?

- Feliz e cansada dos preparativos, Zaat. Já a possibilidade de logo estarmos na estrada me reanima e conforta. Sempre fomos nômades e acho que isso acaba fixando em nosso próprio ser.

- Amanhã saímos, como quem vai passar apenas um fim de semana. Ninguém vai desconfiar de nada, nem quardar na memória algo simples como uma viagem de fim de semana, portanto, ganharemos vantagem ainda maior, mesmo que os porteiros ou qualquer outra pessoa seja usada por um dos magos para saber o que viram. Vão precisar muito mais do que devassar a mente deste pobres coitados para saber onde estamos.

O relógio na parede marcava 18:16. Foi até a cozinha, abriu a geladeira e buscou uma garrafa de suco, que estava quase pela metade. Esvaziou-a num copo duplo e a deixou em cima da pia. E foi bebericando o suco que ele foi até a janela. O céu já anunciava a noite vindoura, na coloração azul escura do céu, pincelada de tons avermelhados de um verdadeiro espetáculo crepuscular. A noite seria calma. Uma das últimas dos próximos dias. Talvez mesmo, as últimas de sua vida. Um meio sorriso passeou pelos seus lábios. Não fazia o tipo derrotista. Na verdade, até gostava de uma boa briga. E era exatamente isso que a os próximos dias pareciam reservar-lhe.

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Sábado, Setembro 15, 2007


SEM VONTADE

Os sonhos misturam-se com núvens sujas;
Manchas de sangue inocente, indecente!
Lama e fedor infernal dessas almas podres;
Meu último cálice de vinho quente.

As noites peço perdão pelo que não fiz
E me condeno por me trair
Castigo as pobres flores etéreas,
Que só me fazem cair.

Olha a garotada na rua!
Sonhando ignorante;
Desejos à luz da lua.

Olha a garota na rua!
Comprando ilusões;
Entregando a alma nua.

Olha a garotada!
Olha!

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Sexta-feira, Setembro 14, 2007


DIA NACIONAL DA CANALHA

Mais nada é absurdo neste país. É impressionante o nível de falta de ética que a política brasileira alcançou. Depois de tantas provas e demonstração da canalhice do Sr. Calheiros e toda a corja que o acompanha, acabamos por nos certificarmos que todo o congresso está verdadeiramente imerso num oceano de corrupção, onde uma mão lava a outra, numa clara troca de favores e interesses cada vez mais calhordas.

A política brasileira está morta! Sim, ouso dizer isso, já que não é lá grande coisa anunciar a morte de algo que todos já sabem. A política brasileira deu lugar à malandragem, desonestidade, prostituição social, bancária e tributária... O que está no lugar é um bando de verdadeiros facínoras de dar pavor a qualquer grande pensador greco-romano, que pensou a democracia como algo viável.

É, depois de tantas outras vezes, lamentável ver este quadro. Só conseguimos ter vontade de jogar uma bomba no congresso e mandar a lama de volta ao pântano, que é seu verdadeiro lugar e de onde nunca deveria ter saído.

12 de setembro deveria ser institucionalizado o DIA NACIONAL DA CANALHA, com o subtítulo "o dia dos políticos brasileiros". O dia em que se provou por A+B, que o governo e todos os partidos estão comprometidos, de uma forma ou de outra, com a sanha dos verdadeiros corsários deste país e de todos os tempo. Isso só prova mais uma vez que o Brasil é mesmo uma República de Bananas.

A Brasília política me enoja profundamente.

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Domingo, Setembro 09, 2007


CARTAS CIGANAS - PARTE 5

- Muito fácil! - Disse silenciosamente, ironizando a si mesmo. Olhou mais uma vez para a senhora estranha, que já não era mais tão estranha assim. De alguma forma reconhecia nela algo de alguém do passado, mas que agora apresentava-se diferente. Algo o impulsionava em direção a tudo isso e ela era a ligação mágicka. E a outra, a mesma das lembranças que agora vibravam tão vivas em sua mente, como se tudo tivesse acontecido a poucos dias. A mulher que amou e ainda amava.
Teve um impulso de levantar-se e abraçá-la entre beijos, mas conteve-se e apenas a olhou, sem conseguir dissimular o desejo que o incendiava por dentro e transbordava em labaredas de seus olhos. Ela sorriu, como quem compreende; um misto de de felicidade e graça.

- Zaat... É bom vê-lo de volta. Foi muito difícil encontrá-lo, mas depois que o encontramos, foi muito difícil conter a vontade de te abraçar e beijar, meu querido. Mas era preciso agir com cuidado, primeiro pela situação amnética em que estavas, devido ao último embate contra os magos negros de Al Dajur e os emissários das trevas, que convergiram sobre ti, em busca de vingança; segundo pelos próprios seres das trevas, que respiram sombra e nela sem ocultam, nos lugares mais diversos deste nosso mundo. - Disse ela.

- Eu compreendo. Agora compreendo tudo. Lembro inclusive de minha peregrinação cega pelas estradas, navios, cidades... Lembro até mesmo dos remédios do hospital psiquiátrico e os pesadelos que me provocavam. Pesadelos que pareciam não ter fim, enquanto me mantinha acordado.

- Precisas retomar tua disciplina e buscar a Ônix Negra, antes que aaas trevas te encontrem. Só assim poderás manter as correntes sob controle novamente e então enfrentar os magos negros de Al Dajur de frente, sem mais surpresas e traições.- Completou ela.

- Sim, minha querida. - Levantou-se e não conseguindo mais se conter, enlaçou-a em seus braços e pode sentir a maciês de sua pele e o perfume de seu hálito, antes de entregarem-se num ardente, profundo e demorado beijo.

Olhando-a em seus olhos, de repente lembrou-se de que precisava reorganizar seus pensamentos e recuperar todo seu laboratório, perdido na última batalha mágicka. Mas era preciso fazer tudo isso na surdina, sem alarde. O ideal é que continuasse passando por um simples cara, que mora num prédio onde a maioria dos moradores são prostitutas, cafetões, velhos e demais pessoas de vida noturna, que infestam Copacabana. Era o disfarce perfeito, onde ninguém poderia desconfiar de que não fosse apenas mais um na multidão. Imaginou por um momento como pôde arrumar-se desta forma tão perfeita e defensiva, se não conseguia lembrar quem era. Talvez essa tenha sido a principal razão, para que conseguisse agir tão discreta e perfeitamente, mesclando-se com os populares com suas vidinhas normais. Sim, esquecer foi uma benção em sua defesa. Agora nenhum dos inimigos sabia onde ele estava, enquanto podia se preparar para um novo encontro, que seria totalmente inevitável. Mas precisava achar novamente a Pedra. Era preciso recuperá-la e a primeira pista o levava em direção ao norte do país, no meio da floresta amazônica. Para esta viagem, precisava preparar-se de forma adequada, sem despertar atenção.

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Quinta-feira, Setembro 06, 2007


RESISTÊNCIA BR

Gente, existe um site com uma quantidade enorme de material importante, com esclarecimentos que a mídia geralmente deixa de lado, simplesmente porque não é do interesse de uma minoria. Uma boa oportunidade de saber de coisas que, muitas vezes, a gente nem toma conhecimento. E olha que tem muita coisa mesmo!
O mais legal é que não há comprometimento com qualquer partido político e a única motivação deles é esclarecer o povo brasileiro.
Estou recomendando aqui e sugiro que vcs recomendem aos seus amigos e inimigos (rs).

http://www.resistenciabr.org

Abs.

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Domingo, Setembro 02, 2007


HOMENAGEM A ASSALTANTES DE BANCO

Vocês se importariam se, a esta hora da noite - 23h50m - eu fizer duas perguntinha pra vocês? Essas perguntinhas têm um propósito importante, que esclarecerei adiante, e bem que poderá cair em próximos vestibulares de faculdades públicas ou particulares, dessas que cobram mensalidades pra lá de escorchantes e que motivaram a UNE, em boa hora, a fazer passeatas e manifestações de protesto por todo o Brasil contra a máfia dos tubarões do ensino privado...
Mas vamos às perguntinhas:

Primeira: Quem foi o primeiro assaltante de banco no Brasil?

Segunda: Quem foi o primeiro assaltante do Banco do Brasil?...

Refletiram um pouco?... Não sabem? Pelo amor de Deus, não se sintam ignorantes. Eu também não sabia as respostas até uns dez minutos atrás, quando, navegando ao acaso pela internet, dei com essas duas perguntas e a mesma e única resposta: o primeiro ladrão de banco no Brasil e do Brasil foi o monarca português D. João VI, pai de D. Pedro I. O assalto foi facílimo: pouco antes de embarcar para Lisboa, de onde havia fugido anos antes tremendo, se defecando todo (quase digito " se cagando todo") de medo nas calças, D. João VI deu uma passadinha no Banco do Brasil com seus capangas e "limpou" os cofres daquela instituição. Depois, todo pimpão e com as suas burras abarrotadas de dinheiro, jóias, etc., tudo roubado do Banco do Brasil, retornou a Portugal...

Ah, essas perguntas parecem idiotas, daquelas que aparecem nas "palavras cruzadas", que a gente tenta preencher em momentos de ócio, espera ou depressão, mas têm um motivo muito sério: alertar a todos vocês que uma instituição governamental brasileira, criada para auxiliar nosso cinema, está planejando gastar milhões de reais (nossos, dos impostos que pagamos) para fazer uma grande homenagem à família real portuguesa. Portanto, estão planejando homenagear, às nossas custas, dois históricos criminosos: D. Maria I, de triste memória que ordenou o enforcamento de Tiradentes, e seu filho, o fujonildo D. João VI, o primeiro assaltante de banco no Brasil e do Brasil.

Texto de Murilo D. César (Forum de Teatro)

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