Hoje acordei irritadiço e muito deprê... Acho que atinjo um ápice de alegria tão alto quando estou fazendo um show, que de resto a vida parece enfadonha, sem atrativos e um desgosto. No momento do show há uma vontade inerente de que aquilo se eternize, simplesmente talvez por ser um momento de expressão total, onde todas minhas faculdades estão afloradas, abertas, dando vazão à criatividade, ao que de superior tenho em mim. Ao final, geralmente estou muito cansado e só consigo pensar em tomar um bom banho e dormir. O problema é o dia seguinte, que vem com todas as limitações que o palco não me exige e isso me dói, me alquebra, me atira num canto, como se a vida me cobrasse o preço de ter ousado ser tão expressivo.
Sinto-me mal agora e tento desesperadamente encontrar palavras para colocar isso num texto conciso e ao mesmo tempo o mais preciso possível; irrito-me por não conseguir e fico mais triste por isso. Sei que alguém vai ler e vai dar um aval patológico qualquer, do qual estou me lixando, simplesmente porque tenho toda a certeza do mundo de que foi uma interpretação errada e deficiente do que escrevi, em boa parte por minha própria ineficiência literária. Talvez fosse melhor não tentar dizer nada, deixar as palavras em paz no seu mundo de expressões, letras etc... Mas me sinto levado... eu me obrigo, num canto obscuro meu próprio, a ser escravo das palavras e tentar, por mais que saiba serei infeliz no intento.
Se eu pudesse, teria shows todos os dias, pois cada vez fica mais claro que estes shows são minha verdadeira vida... senão, pelo menos, minha verdadeira razão de vida. Devo parecer completamente desajustado agora... mas acho mesmo que não é para qualquer um conseguir entender isso; somente um outro artista verdadeiramente ciente da primordial necessidade expressiva que um artista tem, talvez pudesse entender esses meandros de um íntimo conturbado de idéias e vontades de criar constantemente. É quase como uma obsessão doentia e incurável... e às vezes simplesmente não há uma válvula de escape ou espaço para tal. O resultado é este estado pós-criação; um estado depressivo intenso de insatisfação.
Sou esse ser complicado, que não pede ser compreendido – ao diabo com o que os outros acham! O mais importante é entender a mim mesmo, por mais insano que tudo isso possa parecer... Sim. Sou obsecado pela criação, pela expressão em algum ângulo possível e não conseguir faze-lo me enlouquece um pouco, me destrói um pouco, me amaldiçoa mais. Tento entender como é possível viver com este turbilhão interno sem ser uma vítima eterna e até agora tenho falhado nisso. O artista é simplesmente maior do que o ser humano e, este tem que curvar-se constantemente. Mas não sofro como se fosse um escravo, pois há este paradoxo, onde amo ser quem sou e ao mesmo tempo odeio não poder ser quem sou em toda sua amplitude criativa.
Afinal de contas, uma frase enlouquecedora não sai de minha mente e não consigo parar de me perguntar constantemente quem sou realmente.
Show amanhã... me sinto bem, mas um pouco tenso, como se fosse estreiar uma peça. É engraçado este efeito que nós artistas sentimos.
Ontem tivemos o ensaio geral antes do show... Putz! Que merda! Foi um ensaio bem bostinha, para o que costumamos fazer. Enfim.. É sempre assim mesmo; o ensaio antes do show é sempre uma bosta.
Fico feliz de poder estar novamente tramitando pelo mundo da música, que é muito mas a minha parada. Me agrada mais e me traz muito mais prazer!
Enfim... não tenho mto pra falar, além das minhas neuroses habituais... Flores para as meninas e tapinhas nas costas da "rapeize".
Pois é, não vou mais fazer o filme do Renato Aragão, até segunda ordem. Houve algumas mudanças no roteiro e eles mudaram o personagem que eu faria, então, por o filme ser de época, eu teria que estar com o cabelo bem maior... Claro que isso poderia ser resolvido com o cabelereiro da produção, mas como - segundo dizem eles - a verba tá pequena, muita coisa deixa de ser possível. Enfim, como não sou novato, prefiro não comentar, já que desculpas tanto podem ser verdadeiras, como podem ser apenas isso, desculpas.
Uma pena, pois adoraria fazer o filme.
É. Sei que vc tá curioso (a), mas ainda não começaram as gravações da novela; eles ainda estão nos stock shots - pelo menos pelo que sei até agora. To louco para as gravações começarem logo, para compensar tanto tempo ocioso por falta de um movimento maior no mercado de publicidade. Fiquei 1 mês sem fazer testes. Semana passada fiz um e pronto, mais nada. Pra quem faz uma média de 5 testes por semana, a coisa anda mto fraca mesmo; pra não dizer desesperadora, para os mais ansiosos. Mas é assim mesmo; daqui a pouco melhora.
Enquanto isso, vou tratando de perder as gordurinhas localizadas, correndo na areia de manhã cedo, fazendo abdominais e malhando ao ar livre. Tenho que me livra de pelo menos 3 quilos de gordura e ganhar 3 quilos de músculos bem trabalhados... Nada fácil. Mas tbm não é difícil.
Por falar em semana passada, tínhamos (ATOXOX) um show marcado para sexta-feira, que teve que ser cancelado, pois faleceu o pai do baterista Hailton Chewie. Pior é que eu tava no maior gás para este show e foi uma broxada patológica... Não sei lidar com este tipo de coisas em cima da hora; bate uma puta revolta interior... Tenho que me conformar que artista é assim mesmo, fazer o que?
To com saudade do pessoalzinho de Sampa. Basta o mercado carioca ficar do jeito que está, para eu começar a pensar em dar um pulo em São Paulo. Vou acabar fazendo isso...
I spend the night,
Yeah, looking for my insides in the Hotel room,
Waiting for you.
We're gonna make it tonight,
Yeah, somthing in the air tells me the Time is right,
So we'd better get on.
And dj, play a song for the lovers, Tonight.
Please, play a song for the lovers, Tonight.
You know I'm waiting,
Lord, I've been waiting all my life but I'm too late
again I know,
But I was scared.
Can't you see,
Oh I'm moving like a train into some Foreign land,
I ain't got a ticket for this ride.
Uuuu, play a song for my lover, Tonight.
And dj, play a song for my lover, Tonight.
And dj, play a song for the lovers, Tonight.
Please, play a song for the lovers, Tonight.
[Can't stop looking back]
And today, play a song my lover, Tonight.
[One more for the lovers]
Please, play a song for the lovers,
[One more for the lovers] tonight.
[Can't stop looking back],
Gente, este post é para ajudar a Haydée, que me enviou esta mensagem, relatando o que vc vai ler abaixo. Achei muito oportuno usar este espaço para um serviço de alerta, para os que estão desavisados e acreditando que os hospitais particulares são maravilhosos. Infelizmente, vemos o quanto a vida humana é desprezada por estes "doutores", que na verdade deveriam ser caçados pelo Conselho de Medicina.
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Prezados amigos
Se vocês tem plano de saúde e pensam que estão livres de problemas com os 'MARAVILHOSOS HOSPITAIS 5 ESTRELAS DA BARRA(RJ) a a carta em abaixo ajudem a divulgar isso para o maior número de pessoas.
Obrigada, Haydée.
Ref. CARTA DENÚNCIA
Prezados Senhores:
O assunto dessa carta é de interesse de todos, pois se aconteceu comigo pode e deve estar acontecendo com outras pessoas.
Quando se trata de saúde pública todos ouvimos sempre que o atendimento é péssimo, no entanto comigo aconteceu exatamente o contrário.
Dou nota 10 para o Hospital Lourenço Jorge e nota ZERO para o RIO MAR e BARRA DOR (RIO DE JANEIRO).
Vejam porque.
Meu nome é Haydée e o motivo desta carta é para relatar o ocorrido com meu filho no Hospital Rio Mar e Barra Dor.
Às 18 horas do dia 26 de fevereiro, sábado último, meu filho sofreu uma queda, a qual ocasionou uma fratura exposta no ante-braço.
Foi atendido no Hospital Lourenço Jorge (diga-se de passagem MUITO BEM ATENDIDO), onde foi feito o diagnóstico e indicado uma cirurgia de emergência.
Devido a alta demanda para cirurgia, a maioria ortopédica, e uma vez que tínhamos plano de saúde, os médicos que estavam nos atendendo acharam que era melhor transferí-lo para um hospital particular pois talvez fosse mais rápido o atendimento (QUANTA ILUSÃO), já que o prazo para realizar a cirurgia com maior êxito e menor risco para meu filho era de até 6 horas.
Entramos em contato com a Unimed e apesar da mensalidade não estar em dia foi autorizada a internação e cirurgia em qualquer dos hospitais conveniados.
Como estávamos na Barra optamos pelo Barra Dor.
O Dr. Paulo Paladini, médico do Lourenço Jorge, entrou em contato com Dr. Pablo, ortopedista do Barra Dor, e este autorizou a transferência. Saímos então às 21 horas do Lourenço Jorge e fomos para o Barra Dor. Chegando lá apesar de eu informar que o Dr. Pablo estava aguardando o meu filho para uma cirurgia de emergência, tivemos que esperar na recepção, preencher ficha, ligar para a Unimed pedindo autorização, enfim esperamos quase 30 minutos para então sermos atendidos pelo Dr. Pablo.
Qual não foi a minha decepção quando ele nos disse que tinha autorizado a transferência sem antes consultar se havia vaga.
Ele sabia que se tratava de uma criança de 8 anos com fratura exposta necessitando de cirurgia de emergência e com prazo para realizá-la, autorizou a transferência sem ter o menor cuidado de verificar se havia vaga, UMA ATITUDE TOTALMENTE IRRESPONSÁVEL
Saímos de lá e fomos "tentar a sorte" no Hospital RIO MAR, mal sabia eu que o pior ainda estava por vir. Para não perder tempo ligamos para o Rio Mar e perguntamos se havia vaga, depois de passar a ligação para umas três pessoas, cheguei finalmente na "MÃO" ou melhor na VOZ do DONO DA VAGA. Pensei que fosse um MÉDICO ORTOPEDISTA, mas ele se identificou como o DONO DA VAGA.
Acompanhe o diálogo:
- Por favor , eu estou indo para o Rio Mar com meu filho no carro com fratura exposta e necessitando de internação e cirurgia e gostaria de saber se há vaga.
O DONO DA VAGA me respondeu:
- Você antes tem que me dizer qual é o PLANO de saúde para então decidir se tem uma vaga ou não.
Eu expliquei: - Olha, eu já me informei junto a Unimed e sei que tenho direito ao Hospital Rio Mar, eu só precisava saber se tem a vaga para não perder tempo.
O DONO DA VAGA disse então:
- Quem decide se tem vaga ou não sou eu e eu só digo depois que me responder todas as perguntas que quero fazer . Se você está com pressa por que não vai procurar outro hospital, tem o Barra Dor, o São Bernardo, por que não vai para lá?
Eu então disse a ele:
- Não preciso ouvir isso de você, eu só não quero perder tempo indo até aí a toa, só quero uma resposta mais rápida, um SIM ou NÃO.
Ele então falou :
- Tá querendo uma resposta rápida não é? Então é NÃO.
Eu desliguei o telefone já chorando, pois não acreditava que aquilo estivesse acontecendo, como uma pessoa , não precisa nem ser médico, pode não ficar sensibilizada ao falar com uma mãe que está com o seu filho dentro do carro com uma fratura exposta no braço e precisando de ajuda?
Demorei tanto ao telefone que quando desliguei meu marido já estava entrando com o carro na rua do Rio Mar. ACHEI QUE PESSOALMENTE , TALVEZ VENDO O ESTADO DO MEU FILHO, PUDESSE COLOCAR UM POUCO DE BONDADE E ATÉ DE HUMANIDADE NO TODO PODEROSO DONO DA VAGA.
Entramos e logo fomos atendidos pelo Dr. Renato Matos , ortopedista de plantão, enquanto ele olhava a radiografia meu filho perguntou:
- O senhor vai me dar uma vaga?
- Com certeza. Disse ele.
- Puxa o senhor é muito gentil, muito obrigado. Respondeu meu filho.
Como é a vida, a mesma criança a quem ele havia negado uma vaga pelo telefone, estava ali diante dele sendo gentil e agradecendo "tanta bondade" .
Disse a ele que estava preocupada com o prazo de 6 horas e ele me respondeu dizendo que eram oito horas de prazo e não 6. Ele nos mandou esperar na recepção até providenciar toda a papelada burocrática e a autorização da Unimed.
O tempo estava passando e já eram 23 horas, faltando 1 hora por tanto para acabar nosso prazo.
Quando finalmente recebemos a aprovação para a internação, a funcionária de nome
Célia, responsável pela burocracia para internação, nos chamou e disse que o Dr. Renato Matos - Ortopedista havia cogitado a possibilidade do Bruno precisar usar uma prótese que custaria R$ 6 mil reais e que nós teríamos que deixar um cheque lá antes da cirurgia pois a Unimed não cobria essa prótese, só a internação e cirurgia.
Meu marido no desespero da situação quase passou o cheque, perguntou se poderia pagar em prestações e a funcionária muito seca disse que lá era tudo a vista e que na 2º feira o cheque já estaria indo para o banco, mas se ele quisesse poderia tentar conversar com o administrador depois pois ele não estava lá.
O pior de tudo é que nem o cirurgião estava lá, tanta eficiência para cobrar e tanta incompetência para o fim a que se destina este hospital. Pois se aceitássemos ficar lá e pagar por fora a prótese, ainda assim teríamos que esperar a equipe de cirurgia chegar.
Sem acreditar no que estava acontecendo, quase vencendo o prazo para a cirurgia, saímos do Hospital Rio Mar arrasados, a funcionária ainda falou:
- Olha eu vou esperar uns 15 minutos caso vocês se arrependam.
Como se eu tivesse essa opção. Claro que ficaríamos se pudéssemos pagar, afinal era a vida do meu filho que estava em jogo.
Voltamos para o Hospital Lourenço Jorge e só me arrependo de ter saído de lá pois desde a hora em que entrei pela primeira vez só recebi atendimento nota 10.
Não precisei fazer nem ficha, o Bruno não esperou sequer para fazer o raio X, isso apesar do Hospital estar lotado e cheio de emergências iguais ou piores que a dele..
Quando cheguei lá pela segunda vez junto chegaram 2 ambulâncias com 2 atropelados, um deles era um senhor de 74 anos com fraturas múltiplas expostas precisando de cirurgia logo. Por outro lado havia o Bruno com o prazo de 6 horas já quase vencido após o fracasso de atendimento nos "MARAVILHOSOS HOSPITAIS PARTICULARES".
Contei a eles todo o ocorrido, inclusive a possibilidade da colocação de uma prótese no Bruno, e eles ficaram surpresos , pois segundo eles o tipo de fratura necessitaria no máximo da colocação de "fios" e foi o que realmente aconteceu.
Fiquei ainda mais decepcionada com o Rio Mar, afinal depois de toda a grosseria, descaso, ainda descubro que iriam colocar uma prótese no meu filho só para me tirar dinheiro!
Enfim, sabe o que eles fizeram? Me refiro AOS MÉDICOS DE VERDADE! Na mesma
hora disseram para eu não me preocupar pois eles atenderiam o Bruno logo.
Montaram 2 equipes e realizaram a cirurgia do Bruno numa sala e a do senhor na outra.
Sempre com muita gentileza e apesar de todo o sufoco, sempre sem deixar transparecer o estresse devido as circunstâncias.
Enquanto meu filho era operado, ligamos para a Unimed para reclamar do atendimento tanto do Barra Dor como do Rio Mar e descobrimos que o plano do meu filho daria direito a uma prótese se fosse necessário.
Diante desses fatos venho pedir que divulguem esse acontecimento , quem sabe até façam uma matéria sobre planos de saúde X atendimento nos hospitais conveniados, para que as pessoas saibam que nem sempre o Hospital Público é a opção pior da mesma forma que nem sempre o Hospital Particular é a melhor. Acredito que a União faz a Força e não descansarei enquanto não conseguir incomodá-los.
É preciso que as pessoas conheçam esses dois sujeitos que se dizem profissionais da medicina e se possível afastem-os para que outros não sofram o que meu filho sofreu.
Esse sujeito, "DONO DE VAGA" que já deixou de ser humano a muito tempo, tem que agora ser afastado do ofício de médico, pois não tem condições psicológicas e nem competência para exercer uma profissão que deveria só ser destinada aos "MUITO GENTE", o que nem de longe é o caso dele.
Seres humanos especiais foi o que encontrei no Hospital Lourenço Jorge, é isso mesmo no hospital público, que falam tão mal, que todo mundo sabe as condições de trabalho devido a alta demanda. Lá onde os médicos exercem a medicina da forma mais humana, pois não tem que usar uma calculadora para atender o paciente.
Vou relatar brevemente o contraste no atendimento:
§ Chegamos lá às 19 horas junto com mais 2 pessoas de braço quebrado e já haviam várias esperando atendimento, apesar disso o ortopedista Dr.Sandro Adeodato atendeu o Bruno na mesma hora e mandou imobilizar o braço dele e fazer raio X, não precisei nem fazer ficha,o próprio guarda me conduziu até o médico, enfim nada de burocracia, só presteza.
§ Da chegada, atendimento, imobilização, raio X, até receber o diagnóstico não
tinha passado mais que meia hora.
Fui para o setor de emergência preparar o Bruno para cirurgia, lá recebi roupa limpa para trocar o Bruno pois ele estava com a roupa toda ensangüentada e lençóis limpos para ele ficar até ir para o centro cirúrgico. Só não recebeu soro porque havia a possibilidade de ser transferido e não quiseram "furá-lo" à toa. Não se passaram 10 minutos quando a nutricionista me entregou um ticket para o jantar, é isso mesmo , os acompanhantes também são alimentados.
A cirurgia, como já falei foi realizada com sucesso após o empenho na formação de 2 equipes para não deixar nenhum dos dois sem atendimento.
Durante o período que estive na emergência reparei que a cada criança que entrava era dado o leito totalmente esterelizado e com roupa de cama limpa.
O pessoal da limpeza passava lá toda hora recolhendo o lixo das lixeiras, limpando o chão, enfim mantendo tudo muito limpinho, até os vidros da enfermaria eram limpos todos os dias. Não vi nenhuma sujeira ficar no chão, nem sangue, nada. Até o banheiro ficava sempre em ordem.
As refeições (4 por dia) eram muito bem preparadas e sempre com o acompanhamento das nutricionistas, reparei que para cada caso havia um cardápio diferente.
Todas as pessoas com quem tive contato, dos guardas ao maqueiro, sempre foram muito gentis.
As enfermeiras também estavam presentes 24 horas, raramente se afastavam dali.
Dos MARAVILHOSOSO MÉDICOS eu só posso dizer que são "MUITO GENTE", além de serem profissionais de primeira linha. Principalmente vivenciando o estresse que é uma emergência de hospital público, onde sempre faltam recursos devido a alta demanda.
PARABÉNS AO DR. SANDRO ADEODATO, DR. PAULO PALADINI , DR. JOÃO LUIS C. DOS SANTOS, DRA. LILIAM E TODA A EQUIPE PELO PROFISSIONALISMO, COMPETÊNCIA, HUMANIDADE, COMPREENSÃO. PARABÉNS AS ENFERMEIRAS MARIA HELENA, SHERLYNETTE E ELISETE, PELO CUIDADO E SIMPATIA, PARABÉNS AS NUTRICIONISTAS PELO CARDÁPIO 5 ESTRELAS, PARABÉNS A EQUIPE DE LIMPEZA PELA EFICIÊNCIA, ENFIM A TODOS QUE ATENDERAM O BRUNO SEMPRE COM MUITO CARINHO POIS SEREI ETERNAMENTE GRATA.
SÃO PESSOAS ASSIM QUE NOS FAZEM TER ESPERANÇA DE QUE NEM TUDO ESTÁ PODRE, AINDA EXISTEM PROFISSIONAIS DE VERDADE PARA CUIDAR DA NOSSA SAÚDE.
Estou entrando com uma representação no CREMERJ
No Hospital Barra Dor - acuso diretamente ao Dr. Pablo - ortopedista de plantão naquele sábado, por ter autorizado a transferência de uma criança em estado senão grave pelo menos sofrendo com muita dor por causa da fratura e que com certeza teria sido melhor não ter sacudido no carro à toa. Fora isso ele sabia que o tempo estava correndo contra nós e que estávamos indo para lá justamente para não perder tempo. Portanto ele jamais poderia ter nos tratado com tanto descaso, tanta irresponsabilidade, tanta falta de ética.
No Hospital Rio Mar - acuso diretamente ao Dr. Renato Matos - ortopedista de plantão naquele Sábado, pelos seguintes acontecimentos:
1- por ter sido tão cruel ao telefone, esquecendo de seu dever maior que é atender pessoas visando sua saúde e bem- estar; por ter dito que poderíamos esperar até 8 horas, quando o prazo certo seriade 6 horas, ele mais do que ninguém deveria saber que quanto mais tempo passassemaiores as chances de contrair uma infecção grave como a hosteomelite;
2- por ter diagnosticado a possível utilização de uma prótese sem necessidade, o que foi confirmado depois no Hospital Lourenço Jorge;
3- o mais grave: por ter condicionado o atendimento do Bruno ao pagamento antecipado de R$ 6 mil reais, como forma de caução;
4- cobrança INDEVIDA de R$ 6 mil reais da prótese, que segundo a Unimed teríamos direito;
5- por total falta de ética ao deixar um paciente sem atendimento por conta da sua avareza.
***Apesar de não ter provas físicas do mal atendimento, pois acredito que nem o PODEROSO DONO DE VAGA e nem o IRRESPONSÁVEL DR. PABLO tenham coragem de confirmar o que fizeram e falaram, fica aqui uma pergunta: Porque eu daria entrada duas vezes no Lourenço Jorge e realizaria a cirurgia lá, uma vez que a Unimed disse que eu poderia utilizar o plano de saúde? E isso eu posso
provar.
Estarei entrando também com uma denúncia junto a Unimed, e com um processo no Procom .
Divulgarei este episódio de todas as formas que eu conseguir e não descansarei enquanto não conseguir incomodar o todo poderoso dono da vaga e o irresponsável ortopedista dos famosos Hospitais 5 estrelas da Barra(RJ).
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Haydée Magriñá Goulart
Acabo de chegar de BH. Mais uma seção de TVP.
To meio pensativo... Tem essa música do Morrissey que não sai da minha cabeça... Tem muita coisa que não sai da minha cabeça agora... É muita coisa acontecendo e acho que não tenho realmente idéia da dimensão de tudo, até porque to pensando em tudo aleatoriamente. Também não sei se quero organizar isso na cabeça e ter a real dimensão de todas as coisas e processos. Acho que prefiro essa aleatoriedade; me permite ficar num nível agradável e sem pirações desnecessárias e ansiedade por coisas que simplesmente não posso prever. Melhor viver um dia de cada vez. Estou no presente, vivo no presente, então é melhor me ater do presente; com todas as escolhas que fiz e faço.
Talvez a melhor tomada seja o processo pessoal, as mudanças internas e integração geral pela qual estou passando. Acredito que essa possa ser a mola mestra, para poder lidar com todo o resto. Como posso estar inteiro na organização de tudo mais, se não estiver íntegro comigo próprio? É isso aí. E o processo é aleatório mesmo; a medida que se arruma a casa, tudo fica mais claro ao nosso redor; as coisas vão tomando seus devidos lugares, sem mais nem menos importância do que merecem.
Pessoas bacanas estão voltando a participar da minha vida. Tem sido muito legal este "revival" do destino. O processo tem sido bacana porque são pessoas que me fazem pensar, pessoas que dizem coisas que acrescentam e que, de certa forma, se afastaram - porque o destino é assim! - mas estão voltando, parece que em momentos mais que adequados. Difícil evitar de pensar que a sincronicidade do universo é um fato. Sejam bem-vindas! Vamos ver que figurinhas trocamos neste novo encontro.
E a novela está mesmo uma "novela" (rs). Pois é, ainda estão gravando só "stock-shots", mas já disseram que devem começar as gravações este mês. A previsão de estréia da novela é maio, então ainda temos um bom tempo de frente, para gravar alguns capítulos.
Segunda-feira estava eu numa reunião de amigos e toca o celular. Atendi e era um convite para fazer o próximo filme do Renato Aragão. Segundo a produtora, o assistente de direção mandou me chamar para fazer o papel de um ninja, pois gostou muito de trabalhar comigo no filme anterior. Nem preciso dizer que um sorriso abriu na minha cara, né? Não é só pelo fato de que eu sou completamente apaixonado por cinema, nem pela questão de minha infância ter sido permeada pelos filmes dos trapalhões e isso ser meio que um sonho da criança interior se realizando (É claro que isso conta pra caramba, né? Rs), mas também por ser lembrado assim e estar sendo reconhecido de alguma forma como profissional. Poxa, vou fazer amarradão!!
Minhas aulas começaram e meus alunos parecem estar empolgados. Vamos botar pra quebrar este ano. Estamos com cara nova, pois agora que fechamos o espaço com o Felipe Martinse a parceria com este amigo do Tablado, que não trabalhávamos juntos fazem anos, é mais um prazer que já vai mostrando pra mim o quanto este ano promete ser legal. É seguir em frente e, parafraseando o Zeca Pagodinho, deixar a vida me levar!
As pessoas acham que só elas se magoam e não percebem, que muitas vezes, uma pequena coisa é capaz de magoar muito a gente. Ficam com raiva por não correspondermos às suas idealizações, como se devêssemos ser escravos de seus sonhos e esquecêssemos até mesmo de nós próprios.
É, eu fico magoado sim... Gostaria de não ser assim, mas acontece que quando sou amigo de alguém, sou amigo com sinceridade e é terrível ver que as pessoas confundem as coisas e acabam querendo te escravizar de alguma forma, através do apego. Péssimo isso. Dói bastante saber em seguida que a própria cegueira dessa pessoa de quem gosto, a faz ficar com raiva de mim.
Acho que se não há espaço nem mesmo para uma tentativa derradeira de entender nossos atos repentinos, de ambas as partes, buscando salvaguardar o que de maior valor pode existir entre as pessoas, ou seja a amizade, como pode existir amor? Isso é um contra-senso! Enfim... Deixa estar. Sei que posso ter errado em muitas coisas, mas não deixei de ser sincero, comigo e com ela afinal de contas. Bom, o tempo passa e não quero mais pensar nisso... Não mesmo! Por mais difícil que seja, vou fazer o esforço necessário para esquecer isso tudo. Não quero lembrar de uma pessoa legal, através de coisas tão ruins. Sorry, se não a satisfaço... Eu tenho que ser quem eu sou e não quem ela acha que eu devo ser.
Acabei de chegar de uma viagem de apenas dois dias em Friburgo. Foi bacana e pude me avaliar bastante. É... meu caminho tá bem díspare do que sempre foi. Olha, é claro que ainda sou o Alex, gosto da beleza, me fascino com as pessoas, adoro as meninas, tenho o maior prazer de cantar com minha banda, mas... pois é, mas... meu caminho está realmente claro; o processo de auto-conhecimento é inegável e definitivamente prioridade. A Kriya Yoga e a Terapia de Regressão estão me ajudando a ver quem eu realmente sou e o que quero fazer aqui. Vou em frente! De certa forma, sei bem onde vou chegar... e isso me traz paz e felicidade a cada passo.