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Sexta-feira, Maio 29, 2009


ROSA DE HIROXIMA IS BACK


Em tempos onde se fala em ecologia, mudanças climáticas, revolução econômica e um cada vez maior contingente revolucionário humanista ocupa o quadro mundial, um idiota perdido no meio do próprio umbigo trás de volta a rosa negra que mancha nossa história neste planeta.

Maio de 2009 está marcado pelo retorno dos testes atômicos e, como se não bastassem os terremotos geradores de tsunamis, que assolam o leste, o dito idiota perdido no vácuo de sua insanidade psicótica, explode artefatos nucleares do mote da que explodiu sobre Hiroxima, no subterrâneo, gerando terremotos e preocupando o resto do mundo com algo que achávamos que fazia parte do passado (Não fossem os tbm doidos do Iran! Se bem que destes, a gente espera qualquer coisa).

Agora, o mundo ameaça a Coréia do Norte com sanções de vários tipos e o psicótico de plantão ameaça retaliar, no mais clássico olho por olho, dente por dente, sem se tocar que é ele próprio quem está fazendo de sua administração um portal temporal, para trazer para os dias de hoje a sombra negra de um passado que é vergonha para cada pessoa de consciência que se julga um ser humano neste planeta.

Os próximos dias, por mais que a grande maioria das pessoas no mundo esteja aquem do que tá acontecendo, completamente alienadas, serão dias tensos para nós seres humanos ligados no que os ditos "poderosos" fazem. O estouro de uma guerra nuclear nesta altura do campeonato, com toda essa confusão climática que está ocorrendo, seria um tiro de misericórdia. Não me admira nada, se isso não fosse o estopim derradeiro para uma nova era glacial forçada e inevitável.

Daí... bye, bye, humanity!

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Quinta-feira, Maio 28, 2009


O BÊBADO, O PADRE, O JORNAL E A ARTRITE


Em homenagem ao poder fenomenal, sobrenatural e divino do Papa, que acabou com o limbo através de um decreto hiper poderoso e, pode-se dizer, digno do braço direito do próprio D'us, achei esta piadinha bastante oportuna.


*Num ônibus, um padre senta-se ao lado de um sujeito bêbado que, com alguma dificuldade, lê o jornal.
De repente, com uma voz um pouco 'empastada', o bêbado pergunta ao padre:

- O senhor sabe o que é artrite?

Irritado, o pároco responde, num tom irado:

- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras: mulheres, promiscuidade, sexo, farras, excesso de consumo de álcool e outras coisas que nem ouso dizer!

O bêbado calou-se e continuou com os olhos fixos no jornal.
Alguns minutos depois, o padre achou que tinha sido muito duro com o bêbado e diz, tentando amenizar:

- Há quanto tempo o senhor está com artrite?
- Eu?... Eu não tenho artrite!!!! Segundo este jornal, quem tem é o Papa!!

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Quarta-feira, Maio 27, 2009



All We Are Saying:
Please, Give Peace A Chance!
Make Love, Not War!

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Terça-feira, Maio 26, 2009


ANDO PENSANDO...


Quão eqüidistantes de nós mesmos estamos? Estamos? Será que esta distância variável não é apenas uma impressão que nos impomos, pela recusa de parar e analisar a nós mesmos com cuidado? Nossas atitudes, nossos conceitos, nossos tabus, nossos condicionamentos, nossos julgamentos? Será que não é uma ilusão imposta por nossa arrogância de se achar um alguém superior, que por isso está acima dos outros; ou por se achar tão inferior que se está tão abaixo dos outros?

Será que essa ligação já esteve alguma vez realmente rompida? Será que é possível que se rompa? Será que não estamos brincando de fazer teatro por tanto tempo, que acabamos esquecendo quem realmente somos?

Andar pelo mundo não significa viajar pelos quatro cantos do planeta apenas, pode ser simplesmente dar uma volta pelo bairro, mas ao invés de não olhar ao redor com cuidado, fazer o inverso, se ater do presente. Quantas novidades não acabam desabrochando diante de nós? Será que não censuraríamos e voltaríamos aos velhos conceitos, por puro comodismo? Será que não estamos tão acostumados com um Deus sobre nossas cabeças, que não conseguimos mais ser independentes, não com o significado de separação, mas significando sermos responsáveis por nossos passos de fato? Quão difícil isso pode ser?

Tenho me questionado profundamente sobre isso e, por isso, tenho deixado as pessoas com a impressão de que estou distante, quando na verdade estou mais próximo do que nunca; apenas tenho me mantido na minha e não tenho estado tão presente às convenções sociais como antes.

Me sinto cada vez mais acordado para uma realidade muito maior, sem religionismos, sem crendices de nova era; apenas observação e constatação de uma realidade que pode ser apenas minha, mas talvez possa ajudar de alguma forma às pessoas, para que elas despertem para realidades igualmente suas, já que o que tenho percebido é geral – todos estamos num sono individualista demais, quase patológico. Perceber isso chega a assustar... Não estamos vivendo com todo potencial que possuímos, simplesmente porque estamos preguiçosos demais, carentes demais, imaturos demais, por uma auto imposição.

Precisamos acordar!

Continuamos substituindo a necessidade paternal ano após ano. É o pai quando crianças, depois passa a ser um Deus que nunca soubemos quem é – nos negam até isso! – Depois vem o outro, do qual tentamos tirar tudo do jeito que achamos que deve ser, simplesmente porque queremos que o outro corresponda a nossa mini imagem de deus, que provê nossa necessidade de afeto, nossa necessidade de ser bajulado, de ser satisfeito, de ser mimado. Nunca deixamos de ser imaturos!

Precisamos acordar!

A vida vai passando e não somos donos de nossos próprios passos; não respeitamos o outro e suas decisões; não aceitamos a realidade de que talvez esse deus que cultuamos a vida inteira, realmente não exista; talvez Deus seja algo tão incompreensível, que o melhor seja vivermos nossas vidas buscando colocar em tudo, simplesmente um sentimento bom, procurando, dentro do respeito, dentro da liberdade de expressão do outro, fazer o melhor e colaborar com o crescimento de todos, incluso de nós mesmos neste bojo. Talvez este seja o verdadeiro Deus se manifestando através da gente; um Deus de atitudes conscientes e não de palavras, textos velhacos e subjulgação.

Precisamos rever tudo. Precisamos duvidar de supostas escrituras sagradas. Precisamos questionar personagens divinos. Precisamos nos tornar independentes, sem nos desconectarmos do que há de bom em nós mesmos, sem ignorar de que talvez estejamos mais unidos do que sempre julgamos estar, dentro de nosso sono individualista. Precisamos ruir a estrutura doente de nossa sociedade e reconstruir, respeitando a liberdade de ser de cada um, sem perder a unidade. Precisamos nos permitir a ser e destronar o ter, que sempre vem antes, como o resultado desta ilusão, que nos impomos; este sono.

Posso estar enganado em tudo isso, admito. Mas pelo menos estou repensando, estou me debatendo nessa cama, tentando acordar de um sono que já demonstrou não nos levar a lugar nenhum como seres pensantes, como seres, poderia até dizer, divinos, mas prefiro me ater a estes termos, já que quero a distância da necessidade de paternalismo e a carga que esta palavra carrega.

Eu apenas tenho olhado o mundo e minha relação com ele, comparando com os outros e vendo como temos nos repetido, como temos nos enganado, como temos nos levado para o buraco.

Não quero através deste texto, fazer com que as pessoas pensem como eu. Absolutamente não é isso. Gostaria apenas que vocês pensassem a respeito, considerassem a possibilidade de se reconstruírem, dentro do que perceberem em suas próprias meditações, porque é notável que precisamos mudar, precisamos acordar desse pesadelo travestido de sonho, que tem sido nossa sociedade consumista, fria, distante, mascarada...

Precisamos acordar, para que os dias não continuem sendo uns iguais aos outros, a medida que nos encaminhamos para um abatedouro, para um salto mortal sem escapatória e definitivo.

Precisamos acordar.

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Quinta-feira, Maio 21, 2009


BRASIL DE LULA


Bom, respondendo à amiga Sônia, dois blogs atrás, quero só dizer que eu não saio defendendo pessoas que não fazem parte do meu círculo de amizades. Acredito em projetos? Claro que sim. Mas não coloco minha mão no fogo por quem vai viabilizar a implantação destes projetos, simplesmente porque eu não tenho mente curta como a maioria dos brasileiros. Sei que existem pessoas que tem uma indole boa e até carater, mas tenho ciência da máfia que governou e ainda governa este país, portanto duro ainda é que se consiga fazer alguma coisa que esteja fora dos interesses de uma minoria poderosa. A única coisa que posso fazer é falar, e minha fala vem cheia de dúvidas e descrença, até que me provem o contrário. Portanto, estou pagando pra ver.

Estes projetos todos em relação à Amazônia... Vamos ver no que dá. Até onde sei, isso aqui ainda é o país da pizza no fim da festa e leva quem paga mais; o dinheiro é que manda, pois falta ética e a maioria nem sabe o que isso significa. Vende seu país, vende seu povo e é capaz de vender a própria mãe. Se isso vai mudar? Bem, eu não sei... O exercício de falar e dar minha opinião, eu sempre vou exercer, doa a quem doer, já que sou apartidário e defendo o que acho ético. Não roubo ninguém, não pago propina, não facilito para evitar aborrecimentos, não compartilho da safadeza institucionalizada, então tenho cara para dar à tapa. Portanto, projeto bom é projeto implantado e funcionando. Enquanto projeto são apenas idéias que dependem de pessoas e se as pessoas não prestam, o projeto já fracassou antes de ser implantado. Convenhamos, tá difícil dizer quem presta na política brasileira faz um bom tempo. Quem a gente acredita agora, tá arriscadíssimo de nos decepcionar amanhã.

Quero ver resultados!
Chega de promessas!
Chega de blá-blá-blá!

Abaixo, vai um vídeo que a própria amiga Sônia me enviou por E-Mail.
E se quiser um bom exemplo desse nosso Brasil, que nas falas muito oportunas de Cazuza é "um museu de novidades", basta visitar o blog Ramsés Século XXI e ver o post de hoje: www.ramsessecxxi.blogger.com.br



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Segunda-feira, Maio 18, 2009


A CRISE


A gente fica ligado nos noticiários e um bando de “entendidos” de economia dá suas opiniões sobre a crise que assola o mundo com uma boca dracônica, devorando a tudo e a todos os recursos e chego a conclusão que são um bando de Mauricinhos formados em universidades estrangeiras e totalmente sem visão periférica para perceberem que não há saída dentro das velhas regras do sistema monetário cachorro que temos no mundo.

Há um enorme buraco negro sorvendo o que há de amortecimento sugerido, devorando as soluções oportunistas e deixando um sorriso de absurdo em nossos lábios – como podem ser tão cegos? Mantém a postura hipócrita e demagógica de quem sabe que nada vai ser resolvido dessa forma velha e tacanha, mas permanecem em seus pedestais, de canudo na mão, ditando regras e soluções econômicas risíveis, já que o dragão dos créditos não poupa nada nem ninguém.

O fato é um só:
Créditos foram dados até que o rombo chegou a um tamanho, que não existe dinheiro para cobrir tudo isso, simplesmente porque crédito foi dado baseado num dinheiro que supostamente existiria, porém sem pensar que concessão de crédito tem que ter um limite. Mas como estabelecer um limite de forma global, se não existe como ter uma idéia do montante financeiro mundial? A ratoeira foi montada e os ratos estão sendo degolados... Agora, amortecimentos da crise nada mais são, do que ilusivas soluções para que a povo ao redor do mundo não caia na real de que tudo está irremediavelmente caminhando para o buraco e não existe como resolver, salvar uma economia que funciona dentro de leis absurdas de mercado, onde não existe como base o bem estar mundial, mas sim o bem estar do consumo.

A Crise está aí e que ela venha. Sofreremos com isso? Claro! Mas não existe outra saída, para que se abram os olhos dos idiotas de plantão, com seus canudos na mão, suas casas em paraísos fiscais, suas porsches na garagem, seus iates nas marinas, para uma realidade que agora os está sorvento lentamente (Nem tão lentamente assim!) e vai acabar por devorar a todos, caso não se mude a forma de ver o mundo e tudo nele inserido. O buraco já está tão grande, que todos sofreremos com isso, principalmente os países mais pobres e sugados pelas grandes potências.

Ou se acorda para a realidade humana neste planeta, ou vamos todos para o buraco.

O Sistema Monetário Internacional é uma armadilha na qual caímos indubitavelmente. Não há mais espaço para um sistema onde o mais importante não é a vida, mas sim o capital e o consumo. Está na hora de mudarmos a essência da economia mundial, cujo cerne venha a ser o bem estar humano e ecológico, senão estaremos extintos em muito pouco tempo.

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Sexta-feira, Maio 15, 2009


A VERDADE SOBRE A AMAZÔNIA
- Os Traíras do Brasil -


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Quarta-feira, Maio 13, 2009


A MENINA DE OLHOS AZUIS

Ainda não chegou o inverno e, embora o sol esteja brilhando e não esteja frio, sinto-me glacial e distante. A luz que entra pela janela de vidro é um conforto estranho, que me mantém ao mesmo tempo separado de mim próprio.

O sol está brilhando lindamente, mas sinto-me opaco.

Sonho o tempo todo com você e sinto-me abortado, quando tenho que acordar. Que magia é essa que atravessa os anos e trás de volta toda essa intensidade, toda essa certeza de algo tão etéreo?

Passeio pela areia olhando os pequenos furinhos que as águas fazem ao penetrar na areia. Não penso nada específico, apenas sua imagem na minha cabeça e este sentimento sem tamanho, que parece ser toda a razão de uma existência... O mar me acalma, de certa forma, mas nada pode conter esta euforia que anuncia uma monção, uma reviravolta completa e inevitável... E eu rezo por ela... Eu clamo quase em desespero... Eu me retenho.

O céu azul é um passeio para meus olhos ofuscados pela luz, chorando lágrimas de adagas solares, mas preciso deste azul... preciso.

E mergulho... mergulho mais do que no simples mar a minha frente.. mergulho no mar que ilumina teus olhos em minha lembrança, como um holograma complicado que surge a minha frente a todo instante, querendo me seqüestrar a realidade, me arrastar, me levar para sempre deste mundo... e eu desejo isso.

Prefiro não olhar os passos que deixei na arei... Já não significam tanto.

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Segunda-feira, Maio 11, 2009




Pois é, estamos de volta. Você vai perder?

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Sábado, Maio 09, 2009


EXPANSÃO

Às vezes se tem um pequeno despertar momentâneo, onde se percebe a vida de forma tão vasta, que tudo faz sentido e cada movimento está ligado a inúmeros outros, que por si levam a outros tantos. E cada resfolegar, suspirar, olhar, intenção, parecem brindar em cores refulgentes o ar ao redor de sua origem, sem nunca se diluir e perder no ar, mas se estendendo e alcançando quem estiver propício a receber determinados tons de cores.

Estes pequenos momentos fazem com que percebamos quem realmente somos e, o mais importante, que somos mais o todo do que apenas nós mesmos. Não que isso signifique uma dissolução de quem somos, mas sim somos o todo sem deixarmos de ser quem somos.

Talvez alguém tenha uma sensação parecida usando algum tipo de droga, mas a vantagem destes pequenos momentos naturais é o não turbamento da consciência e do raciocínio, que permanecem claros e leves, fluindo sem a clássica interferência química de uma droga.

A vontade que se tem nestes momentos é de que ele permaneça pra sempre, já que nos sentimos superiores ao limitado Eu de sempre, só que sem vaidade, sem egoísmo e sim, com um coração super aberto para a realidade tão clara de que somos todos importantes um para os outros, porque somos todos como que um só, através dessa interação ininterrupta que acabamos de tomar consciência.

Às vezes tenho estes momentos – mais do que se possa pensar! – e me sinto abençoado por isso. Como já disse, tenho a vontade que isso permaneça, pois o mundo parece tão sem segredos nessa situação e a consciência se expande tanto, que a serenidade da evidência é a paz que a gente sempre fala, mas que quase nunca temos real consciência de como seja, salvo nestas situações especiais.

Talvez a meditação tenha ajudado a estes momentos acontecerem mais. Se for isso, vou cada vez mais exercitar o estado meditativo, pois está trazendo estes repentes fabulosos para momentos não meditativos, momentos do cotidiano, quando menos espero. E isso é tudo de bom.

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Terça-feira, Maio 05, 2009


SINCRONICIDADE

As coisas estão interligadas.

Cada dia que passa isso fica cada vez mais claro pra mim. Ou são eventos que se concatenam e se desenrolam dentro de uma sincronia, poderia dizer “sobrenatural”, ou são percepções de coisas esparsas que parecem foram planejadas para surtir determinados efeitos no futuro.

Neste domingo aconteceu algo muito chato. Alguém que eu considerava meu amigo e ao qual eu estava ajudando de coração num projeto pessoal seu, simplesmente teve um surto de egocentrismo e me ligou, me acusando de um monte de coisas absurdas, inclusive de querer tomar a frente no projeto que era dele. Simplesmente absurdo. Ainda teve a coragem de assumir uma atitude extremamente hipócrita de dizer que estava me afastando do projeto e de qualquer futura parceria em nome de nossa amizade – que amizade? Isso é amizade? Sinceramente, agora passei a perceber que ele nunca fora meu amigo de verdade, mas enfim, melhor que seja agora; se aconteceu agora é porque é melhor assim.

Enfim, com tudo isso, acabei ficando muito triste e desanimado. E é batata! Basta algo desta dimensão acontecer, para eu voltar a criticar e duvidar de um monte de conceitos sobre a vida. Pois bem... E não é que de repente certas coisas começam a acontecer sem eu perceber e uma coisa que para mim era em parte um mistério e em outra, maluquice da minha cabeça mesmo, simplesmente se vê quase solucionada. Eu sempre tive uma intuição “sobrenatural” de que um certo "evento", um estereótipo específico era algo que estava marcado a acontecer um dia, mesmo que eu manobrasse as coisas com minha ansiedade e descrença, para que tudo funcionasse no tempo e como eu quisesse. De repente, a ficha simplesmente caiu e eu acabei ficando super feliz – não completamente, porque como é comum na minha vida, existem sempre certos obstáculos (sou um eterno ícone do mito do herói; é fogo isso!).

Olha, é muito bom isso ter acontecido! Tão bom que eu nem tenho palavras para dimensionar adequadamente. Espero que essa noção de realidade não se limite só a mim... Talvez eu esteja viajando? É possível, como a maioria das coisas é possível nesta vida; mas aí, seria como dizer que toda essa sincronicidade da vida devesse ser ignorada simplesmente porque não se tem uma forma de estudá-la com aparatos físicos e dentro dos padrões da ciência ortodoxa, ou simplesmente porque não se acredita nela. E basta mais do que a consciência atenta para perceber seu ballet? Não precisa tanta atenção assim para perceber as coreografias da sincronicidade. Ela está aí, acontecendo em nossas vidas o tempo todo - olhe e veja!

Enfim... Welcome back!
... Espero que completamente muito em breve.

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Segunda-feira, Maio 04, 2009


VIDA MORTA
(Zimmer)

Nem sempre sorrisos são tão sinceros
As palavras mais doces podem travestir-se
E enquanto caminhas pelas ruas molhadas
As costas estão livres para uma facada

E todos os dias procuramos verdades
Mas as mãos estão sempre vazias
O sol apenas esconde a tempestade
Logo bombas caem em noites frias

Pessoas se mostram amigas
Se os desejos são atendidos
Mas nos rasgam feridas
E já não somos tão queridos

Que festa estranha é essa?
Olhem essas máscaras!
Que festa estranha é essa?
Olhem essas máscaras!

É só uma vida morta!
É só uma vida morta!
Chamando
Chamando
Chamando


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